Me indica algo
QR code para baixar o app O que assistir? no Google Play

Leve o app no bolso

2 perguntas e você tem a indicação certa. Grátis, sem cadastro.

Abra a câmera do celular
Aponte para este QR code
Pronto, o app abre na loja
Ou abrir direto no Google Play →
Poster de Oldboy: Dias de Vingança

Onde assistirOldboy: Dias de Vingança no Brasil?

Oldboy

Filme2013⭐ 5.9

Ficha técnica

GênerosThriller Mistério
DireçãoSpike Lee
Duração104 min
Nota⭐ 5.9/10 (TMDB)

Um arrogante executivo, Joe Ducett, é sequestrado e passa 20 anos em cativeiro, sem saber quem o sequestrou ou o motivo. Enquanto isso, ele descobre, pela televisão, que sua ex-esposa foi assassinada e que ele é o principal suspeito. Certo dia, Joe é libertado e, com a ajuda de uma assistente social, ele tem apenas três dias para descobrir a verdade sobre seu sequestro.

A informação mais útil primeiro

Este é o remake americano de 2013, dirigido por Spike Lee, com Josh Brolin. Não é o filme coreano que ficou famoso.

Se você chegou aqui procurando Oldboy, o que você quer provavelmente é o original de 2003, de Park Chan-wook, com Choi Min-sik. Aquele tem nota 8,2 no TMDB e é considerado um dos melhores filmes do século. Este tem 5,9.

Os dois estão no Brasil, no mesmo canal Lionsgate+ dentro da Amazon, com nomes parecidos. É muito fácil clicar no errado.

Se você quer o coreano, procure por Oldboy, ano 2003. Se você já viu o original e está curioso sobre o remake, siga lendo — mas com expectativa ajustada.

O que deu errado

Praticamente tudo, e a maior parte não foi culpa do diretor.

Spike Lee entregou um corte de cerca de três horas. O estúdio exigiu que ele cortasse para os 104 minutos que estão em circulação. Lee discordou publicamente e retirou o nome dos créditos de montagem — o filme é creditado como "A Spike Lee Film" em vez do habitual "A Spike Lee Joint", que é a assinatura que ele usa em tudo que considera seu.

O resultado é visível na tela. A trama corre, as motivações aparecem sem construção, e personagens somem. A relação central, que no original leva o filme inteiro para se desenvolver, aqui acontece em atalho.

O corte longo nunca foi lançado. Lee já disse em entrevista que existe e que gostaria que fosse visto, mas o estúdio nunca liberou.

É um caso raro em que um filme ruim tem uma explicação documentada e uma versão melhor trancada em algum lugar.

Para quem é — e para quem não é

É para você se você já viu o original, gostou muito, e tem curiosidade genuína sobre como Hollywood tentou refazer aquilo. Como objeto de estudo, é interessante — dá para ver exatamente onde as decisões mudaram e por quê.

Também tem algum valor para quem gosta de Josh Brolin e de Sharlto Copley, que fazem o que podem.

Não é para você se você nunca viu o original. Neste caso não existe motivo para começar por aqui: você teria uma versão pior de uma história cujo impacto depende de execução, e estragaria a experiência do filme bom.

Também não é se você é sensível aos mesmos temas do original — o remake mantém o núcleo do desfecho, incluindo abuso e incesto, e o trata com menos cuidado.

E há violência gráfica, ainda que menos memorável que a coreana.

A briga do corredor, comparada

O original tem uma briga de corredor em plano único de cerca de três minutos, filmada de lado, com um homem exausto e uma coreografia que parece cansaço real. É uma das cenas mais influentes do cinema de ação.

O remake refaz a cena. E ela é, tecnicamente, mais elaborada: dois andares, mais gente, mais movimento de câmera.

E é bem pior.

O motivo é que a versão coreana funcionava pela restrição. Um corredor, uma câmera parada, um homem que não aguenta mais. Ao expandir, o remake transforma uma cena sobre esgotamento numa cena sobre competência — e a coisa vira exibição de coreografia, que é exatamente o que o original recusava.

É a melhor demonstração possível do que separa os dois filmes. Se você quiser entender a diferença em cinco minutos, assista às duas versões da mesma cena em sequência.

Quanto tempo você tem

Cento e quatro minutos, sem cena pós-créditos. É mais curto que o original, que tem 120 — e a diferença é exatamente o que falta.

Sessão única. Não há motivo para dividir um filme deste tamanho.

Se a sua intenção é comparar com o coreano, o ideal é ver o original primeiro e este depois, com algum intervalo. Ver este primeiro estraga as duas experiências: você já sabe o desfecho quando chegar ao bom, e não terá parâmetro para avaliar o ruim.

Os dois estão no mesmo serviço no Brasil, o que facilita a comparação — e é justamente o que torna fácil errar na escolha.

A ressalva honesta

É um filme fraco, e a nota 5,9 é generosa.

O maior problema não é ser inferior ao original — quase tudo seria. É que ele não tem razão própria para existir. Não reinterpreta, não desloca, não faz uma leitura americana da história. É a mesma trama, com menos tempo e menos convicção.

Spike Lee é um diretor excelente e há momentos em que se percebe: alguns enquadramentos, a paleta de cores, uma ou outra escolha de música. Mas o corte do estúdio apagou quase tudo.

Segundo ponto: Elizabeth Olsen recebe um papel construído inteiramente em função da trama masculina.

Terceiro: o desfecho, que no original é devastador porque foi construído por duas horas, aqui chega como informação. A revelação acontece e não dói.

Se você tem tempo para um só, veja o coreano. Este é para completistas.

Se você gostou de outro, aqui tem o quê

O caminho principal é Oldboy, de 2003, no mesmo canal no Brasil. É o filme que este tenta refazer.

Quem quer mais Park Chan-wook: A Criada, Lady Vingança e Decisão de Partir.

Quem quer Spike Lee de verdade: Faça a Coisa Certa, Infiltrado na Klan e Malcolm X — nenhum tem relação com este, e todos mostram o que ele faz quando controla o próprio corte.

Quem quer outros remakes americanos de filmes asiáticos: Os Infiltrados, de Scorsese, é o caso raro em que a refilmagem funciona, e O Chamado é o outro.

E quem quer entender por que refilmagem asiática costuma falhar: assistir a este e ao original em sequência responde melhor que qualquer texto.

Vale a pena para quem estuda cinema

Este é o único uso em que o filme se justifica, e vale registrar.

Como exercício comparativo, ele é excelente material. Duas versões da mesma história, com quase o mesmo roteiro, e resultados opostos — o que isola bem as variáveis de direção, montagem e tempo.

Dá para observar coisas concretas: o que acontece quando você acelera a exposição, o que se perde ao ampliar uma cena de ação, como a mesma revelação funciona ou não dependendo do que veio antes.

Também é um caso documentado de interferência de estúdio, com o diretor falando publicamente sobre o corte — o que é raro e útil para entender como decisões comerciais alteram um filme.

Ou seja: como entretenimento, é dispensável. Como objeto de comparação, é uma aula. E é honesto dizer que essas são coisas diferentes.

Onde assistir sem pagar duas vezes

No Brasil o filme está incluído no canal Lionsgate+ dentro da Amazon (Lionsgate+ Amazon Channels). Também aparece nas lojas digitais para aluguel e compra.

O detalhe que importa: o original coreano de 2003 está no mesmo canal. Uma assinatura dá acesso aos dois, o que é conveniente para comparar — e é a razão pela qual tanta gente pega o errado sem perceber.

Ao buscar, confira sempre o ano. 2003 é o coreano, 2013 é este. No Brasil o remake se chama Oldboy: Dias de Vingança, mas alguns catálogos listam ambos simplesmente como Oldboy.

O canal Lionsgate+ também cobre Midsommar, Cães de Aluguel, Amnésia e O Discurso do Rei, todos desta lista — um mês resolve vários.

Curadoria da redação do O que assistir? — texto próprio, não gerado a partir de sinopse. Ficha e disponibilidade via TMDB.

Também está em: Suspenses de tirar o fôlego.

Onde assistir

Trailer

Trailer original

Esse você já achou.

Da próxima vez, responda 2 perguntas e o app indica — só no que você já assina. Grátis, sem cadastro.

Me indica algo →

Elenco principal

Josh BrolinJosh BrolinJoe Doucett
Elizabeth OlsenElizabeth OlsenMarie Sebastian
Sharlto CopleySharlto CopleyAdrian Pryce
Samuel L. JacksonSamuel L. JacksonChaney
Michael ImperioliMichael ImperioliChucky
Pom KlementieffPom KlementieffHaeng-Bok
James RansoneJames RansoneDr. Tom Melby
Max CasellaHBO Max CasellaJames Prestley
Linda EmondLinda EmondEdwina Burke
Elvis NolascoElvis NolascoCortez
Rami MalekRami MalekBrowning
Lance ReddickLance ReddickDaniel Newcombe

Perguntas frequentes sobre Oldboy: Dias de Vingança

Onde assistir Oldboy: Dias de Vingança no Brasil?

Oldboy: Dias de Vingança está incluído na assinatura de: Lionsgate+. Também dá para alugar ou comprar avulso em: Apple TV, Google Play. Os links acima levam direto para a busca em cada plataforma.

De que ano é Oldboy: Dias de Vingança?

O filme Oldboy: Dias de Vingança é de 2013.

Oldboy: Dias de Vingança é bom? Qual a nota?

Oldboy: Dias de Vingança tem nota 5.9/10 segundo os usuários da TMDB — uma boa referência para decidir se vale a pena assistir.

Se você gostou, veja também

Se você gostou, veja também

A Empregada★ 7.3 · 2025Amnésia★ 8.2 · 2000Oldboy★ 8.2 · 2003O Fim da Rua★ 6.4 · 2026Seven - Os Sete Crimes Capitais★ 8.4 · 1995Seven - Os Sete Crimes Capitais★ 8.4 · 1995

Escolher o filme não devia
demorar mais que o filme.

2 perguntas.

15 segundos.

Me indica algo →
QR code para baixar o app no Google Play
Aponte a câmera
e baixe o app

Receba indicações no seu e-mail

Novidades, listas e dicas toda semana.

Sem spam. Prometemos!

Pronto! Confere sua caixa de entrada.